Estava lendo um livro, Re - Vendo a Psicologia, quando recebi a notícia. Ela veio através de uma mensagem de celular: O James Hillman faleceu hoje. Só consegui responder: Cara... Grande perda. Sentimentos à todos os junguianos sem amarras... NÓS.
sábado, 29 de outubro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
A CURIOSIDADE MATOU... A TRANSFORMAÇÃO.
No trabalho psicológico o profissional se depara com inúmeras situações que não compartilham um padrão. Dizer que cada caso é um caso não é apenas uma forma de evitar diagnósticos precipitados ou ansiedades, é uma realidade que se apresenta de forma concreta no trabalho psi.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
DIÁLOGOS INTERNOS
Quem é esse que, não poucas vezes, faz com que o sujeito cometa “loucuras”?
Quem faz com que o sujeito saia de seu estado “normal” e caia em armadilhas que podem levá-lo à caminhos incômodos e vexatórios?
Quem é esse que sussurra coisas interessantes que fazem pensar e, também não poucas vezes, tiram de enrascadas?
Quem é esse que deseja, algumas vezes diferente de nossos desejos?
Que quer diferente do querer do sujeito.
domingo, 11 de setembro de 2011
O REAL... FOLCLÓRICO... SIMBÓLICO
Há uma história do folclore do Espírito Santo que nos apresenta esta união de mundos. O Frade e a Freira é esta história. Não traremos a história aqui, traremos a imagem em conjunto com uma forma mais simbólica de descrever o mundo.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
OUTROS 500
É com estes aspectos que os autores vão tecendo o desenvolvimento desse ser brasileiro que atua, ainda hoje, misturado a todo esse arcabouço pouco explorado. Neste sentido, as discussões explanam sobre as possíveis hipóteses que levam o brasileiro a ser como é na atualidade.
Através de uma visão que leva em consideração fatos históricos e a literatura brasileira, os autores informam, descrevem, analisam, o quanto o ser brasileiro necessita desenvolver sua consciência. Essa consciência de si e do coletivo em que está inserido. Algo a ser construído dentro do modo social que se instala e através de reflexões que o remetam ao passado cultural.
É com essa perspectiva que o presente livro se apresenta como um retrato real e imaginário do povo brasileiro, ou melhor, da Alma brasileira.
DIAS, Lucy; GAMBINI, Roberto. OUTROS 500: Uma conversa sobre a Alma brasileira. São Paulo : Senac, 1998.
domingo, 31 de julho de 2011
NA TRILHA DE EROS E PSIQUÊ
... sê paciente, aguarde o momento adequado. As coisas giram. Chega o tempo, vem o conselho. Nem sempre é dia alto e nem sempre o masculino é mortal. Não se deve usar a violência. Chega a hora em que o sol se põe, a hora em que o calor não é tão forte e destruidor. Chega o entardecer e a noite, e o sol volta para casa, pois Hélio “viaja para as entranhas da sagrada noite escura, para junto de sua mãe, da esposa e dos muitos filhos, e então o princípio masculino se aproxima do feminino”. (p. 81).
Mas esse fracasso paradoxalmente feminino de Psiquê provoca a intervenção de Eros que, de jovem aventureiro e imaturo, torna-se um homem: o fugitivo ferido torna-se o salvador num outro nível. Nas leis que parecem formar a base deste mito, Psiquê, com seu fracasso, faz exatamente o que tinha de fazer, aquilo que estimula a primeira ação inteiramente máscula de Eros. Quando, na ocasião anterior, ela acendeu a luz do candeeiro correndo o risco de perder Eros, impulsionada por algo que lhe pareceu ser ódio, agora ela está disposta a “permanecer nas trevas” a fim de conquistá-lo, impulsionada por um motivo que lhe parece ser o amor; com essa situação em que, como uma nova Core-Perséfone, dorme novamente no caixão de cristal, Psiquê fornece ao amante a oportunidade de aparecer como seu salvador, como o seu herói.
Na medida em que Psiquê sacrifica o lado masculino - que, necessário como era - conduziria à separação, ela veio a ficar numa situação em que, justamente por seu desampara e pela sua necessidade de ser salva, libertou o encarcerado Eros. (p. 98 - 99).
domingo, 24 de julho de 2011
QUEM NÃO SOMOS?
Mauro S. da Rocha
E então, apagou-se a luz. E a mente foi bombardeada por imagens e questões, no mínimo, intrigantes. Numa mistura de ciência, imaginário, realidades paralelas e animações, mergulhamos nossos olhos e mentes, treinados e adaptados, rumo ao desconhecido mundo das possibilidades. Neste percurso, encontramos o tudo e o nada em constante interação e uma exaltação do “se”. Essa foi nossa impressão ao ver “Quem somos nós?”, filme de 2005 dirigido por Betsy Chasse, Mark Vicente e William Arntz.
OBRAS COMPLETAS...
Engraçado pensar que algumas pessoas se consideram junguianas mas ainda não sabem que foi relançada, pela Editora Vozes, a Obras Completas de Jung.
REPETIR... REPETIR... ACORDAR?
Não é curioso observar como algumas pessoas repetem algumas ações todos os dias de toda a vida? Uma reprodução, muitas vezes impensada de formas de ser, de se movimentar pela vida.
domingo, 17 de julho de 2011
UM POUCO SOBRE OUTRO MUNDO...
Em outros momentos foram colocados aqui alguns textos sobre História em Quadrinhos (HQs) com um olhar da psicologia, sobretudo junguiana. A fim de dar outras referências sobre o tema, além do olhar da psicologia analítica, que ofereça contato direto com esse mundo, oferecemos aqui três literaturas básicas para se ter um olhar psicológico sobre as HQs.
terça-feira, 5 de julho de 2011
O mEu mundo é mEus
Como as pessoas estão se relacionando? O assunto é batido, mas nunca se esgota a discussão sobre o tema. Jung já dizia que quando falamos de relacionamento pressupõe-se uma consciência e esta é a consciência do Eu. Afinal, “para tornar-me consciente de mim mesmo, devo poder distinguir-me dos outros. Apenas onde existe essa distinção, pode aparecer um relacionamento” (O desenvolvimento da personalidade, § 326). E lembre-se, juntamente com essa consciência do Eu os fatores inconscientes estão em ação. Portanto, já visualiza-se a complexidade apresentada quando nos propomos a relacionarmos com o Outro.
terça-feira, 28 de junho de 2011
CIÊNCIA DA ALMA
Ciência da Alma é uma obra que apresenta de forma bastante didática conceitos da Psicologia Analítica. Traz uma discussão sobre conceitos básicos, sobre o processo de individuação e o encontro com o Si-mesmo (conceito amplo que o autor traduz na discussão de algumas histórias). Voltado para questões mais profissionais, discorre sobre a prática clínica e seus empecilhos, indo a fundo nas raízes da “nova” profissão psi. Complementando estas questões práticas, oferece ao leitor uma maravilhosa e explicativa discussão sobre o processo de transferência dentro da perspectiva junguiana.
O livro se apresenta como importante base teórica para aqueles que pretendem caminhar pelo imenso campo de conhecimento da Psicologia Analítica. “A leitura deste livro é útil tanto àqueles que têm pouco conhecimento da psicologia analítica como a especialistas, pois o autor trata tanto de conceitos fundamentais, como Si-mesmo e sombra, bem como da relação entre terapeuta e paciente.”(Contracapa).
De modo geral, é uma ótima ferramenta para se ter por perto. Divirtam-se!
EDINGER, Edward F. Ciência da Alma: uma perspectiva junguiana. São Paulo : Paulus, 2004. (Coleção Amor e Psique).
ONDE OLHAR?
“O grande problema da sociedade de hoje é a comunicação!”
“Vivemos numa era na qual as pessoas podem se comunicar de várias formas em vários lugares!”
Tem algo errado?
domingo, 12 de junho de 2011
ENAMORAR-SE
Hoje é dia dos Namorados e não podemos passar em branco sem darmos um alô teórico aos nossos enamorados e enamoramentos. Pra não perder a forma teórica de sempre, apenas iremos sugerir livros... Levando em consideração que as formas de enamorar e amar estão relacionadas com projeções, estados semipatológicos, complexos, etc... E isso é ótimo, pois comprova de todas as formas que somos humanos e multifacetados. E apenas livros não dariam conta dessa multiplicidade humana, mas não custa a tentativa de buscar alguns.
domingo, 29 de maio de 2011
SOBRE EROS E PSIQUE
Anteriormente mencionamos o livro Sobre Eros e Psique de López-Pedraza. Agora, apresentamos o mesmo.
Neste livro o autor trabalha com o mito de Eros e Psique de uma forma mais simples. Apresenta, numa linguagem acessível, a possibilidade de conhecer um dos mais fantásticos mitos de desenvolvimento da mitologia grega. No decorrer do livro somos apresentados à uma Psique que se constrói a partir das experiências que ela vai tendo na relação com suas tarefas que possuem o sentido de encontrar seu Eros. Trazendo o olhar da Psicologia Arquetípica, López-Pedraza nos leva a uma visão amplificada sobre as experiências que temos em nossas tarefas diárias. Um ótimo livro para se entender as relações humanas e com nossos conteúdos de forma diferenciada. LÓPEZ-PEDRAZA, Rafael. Sobre Eros e Psique. Ed. Vozes, 2010.
Neste livro o autor trabalha com o mito de Eros e Psique de uma forma mais simples. Apresenta, numa linguagem acessível, a possibilidade de conhecer um dos mais fantásticos mitos de desenvolvimento da mitologia grega. No decorrer do livro somos apresentados à uma Psique que se constrói a partir das experiências que ela vai tendo na relação com suas tarefas que possuem o sentido de encontrar seu Eros. Trazendo o olhar da Psicologia Arquetípica, López-Pedraza nos leva a uma visão amplificada sobre as experiências que temos em nossas tarefas diárias. Um ótimo livro para se entender as relações humanas e com nossos conteúdos de forma diferenciada. LÓPEZ-PEDRAZA, Rafael. Sobre Eros e Psique. Ed. Vozes, 2010.
QUEM... ONDE... O OUTRO!
Durante a semana passada, surgiram muitos comentários sobre a relação com o outro. Relações em todos os sentidos, desde a dificuldade em relacionar-se com o parceiro até o fato de que “tal” pessoa não se percebe, ou seja, não se relaciona com seu outro... etc... etc...
segunda-feira, 16 de maio de 2011
DEPENDE DA DEPENDÊNCIA...
A cada dia estamos vendo mais e mais situações em que são estabelecidas relações de dependência. Vemos dependentes de drogas lícitas e ilícitas, dependentes de carinho e afeto, dependentes de atenção, dependentes da ação, do trabalho, do ódio, dos desejos... Podemos citar páginas e páginas aqui descrevendo essas dependências, principalmente se consideramos o mundo humano através de uma constante relação de dependência e independência, na qual ambas possuem seu lugar necessário.
"O QUE ACHO DA 'LOUCURA'?"
Loucura é isto: o impossível acontece: é fazer aquilo que para os outros seria impossível, por missão, por vergonha, por medo, por falta de um conhecimento mais profundo, por falta de psicologia. A pessoa já nasce psicóloga. Nós temos muitos psicólogos analfabetos e graças a Deus que os temos bem perto de nós. Quem pode estudar vai ganhar a vida com esta profissão.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Simplesmente escolhidos...
A discussão sobre o ódio parece ser o tema da vez. O ódio se mostrando atravéz de preconceitos, assassinatos, espancamentos, variadas formas com a mesma fonte, o mesmo princípio. Talvez, uma mesma temática. Algo pertencente a uma concretude anterior ao humano.
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